quarta-feira, 22 de abril de 2015

Farmacêutico de BH

Belo Horizonte, tarde da noite, cumpadi Tarugo com uma gripe danada, garganta doendo, resolve ir à farmácia do seu Juvenal.
 Sabia que a farmácia já estava fechada, mas conhecia o farmacêutico, que morava em cima da farmácia. Bastava chamá-lo.
 Tarugo toca a campainha e a mulher do farmacêutico atende na janela.
 Com sua voz rouca, ele pergunta baixinho, quase sem poder falar:
 – Dona Dodó, seu marido está?
 Reponde ela, quase sussurrrando:
 – Não… pode subir!

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