terça-feira, 16 de abril de 2013

O nascimento de uma expressão

Em São Paulo, um homem sentiu-se mal no meio da rua, caiu e foi levado para a urgência de um hospital particular, pertencente à Universidade Católica, administrado totalmente por Freiras.
 Lá, verificou-se que teria que ser urgentemente operado ao coração, o que foi feito com total êxito.
 Quando acordou, a seu lado estava a Freira responsável pela tesouraria do hospital e que lhe disse prontamente:

- Caro Senhor, sua operação foi bem sucedida e o Senhor está salvo. Entretanto, há um assunto que precisa de sua urgente atenção: Como o senhor pretende pagar a conta do hospital ?

E a cobrança começou…

- O Senhor tem seguro-saúde?
 - Não, Irmã.

- Tem cartão de crédito?
 - Não, Irmã.

- Pode pagar em dinheiro?
 - Não tenho dinheiro, Irmã.

E a freira começou a suar frio, antevendo a tragédia de perder o recebimento da conta hospitalar ! Continuou com o interrogatório;

- Em cheque então, o senhor pode pagar ?
 - Também não, Irmã. Nessa altura, a freira já estava a beira de um ataque. E continuou…
 - Bem, o senhor tem algum parente que possa pagar a conta?
 - Ah, Irmã, eu tenho sómente uma irmã solteirona, que é freira, mas
 não tem um tostão.

A Freira, corrigindo-o:

- Desculpe que lhe corrija, mas as freiras não são solteironas, como o

senhor disse. Elas são casadas com Deus!

- Magnífico! Então, por favor, mande a conta pro meu cunhado!

Assim nasceu a expressão: “Deus lhe pague”.

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