segunda-feira, 24 de setembro de 2012

O Fúlvio

Era o último dia de Fúlvio como carteiro. Após 35 anos de serviço ele levava as correspondências por toda vizinhança e tratava a todos de uma forma bastante carinhosa.
 Quando chegou na primeira casa de sua rota, foi recebido pela família que ali estava. Todos gritavam seu nome, e ainda presentearam-no com uma linda camisa.
 Na segunda casa, presentearam-no com uma caixa de charutos finos.
 A família da terceira casa entregou-lhe uma caixa com iscas para pesca.
 Na quarta casa foi recebido na porta por uma LOIRA deliciosa, vestida com uma camisola transparente e minúscula. Ela segurou sua mão, gentilmente fechou a porta, colocando-o para dentro, subiu as escadas em direção ao quarto e transou com ele de uma forma que ele jamais tinha experimentado. A mulher fazia de tudo, literalmente tudo, realmente parecia insaciável. Quando ele já não agüentava mais, os dois desceram para a cozinha, onde ele foi novamente surpreendido com um café gigante: frutas, geléias, bolos, pães e um suco de laranja. Quando estava saciado, a loira ofereceu-lhe um copo de café expresso.
 Enquanto ela preparava, ele percebeu uma moeda de 10 centavos ao lado da xícara. Tudo isso foi tão maravilhoso, mas por que a moeda de 10 centavos, perguntou o carteiro? – Bem, ontem à noite, eu avisei ao meu marido que hoje era seu último dia de trabalho, e que nós deveríamos fazer algo especial pra você. Perguntei o que deveríamos lhe dar e então ele me disse:
 - Fode com ele… Dá só uma moeda de 10 centavos…
 Mas o lanche foi idéia minha. Gostou?

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