terça-feira, 29 de maio de 2012

O BANQUEIRO



Certa tarde, um famoso banqueiro ia para casa em sua "limusine" quando viu dois homens à beira da estrada, comendo grama.

Ordenou ao seu motorista que parasse e, saindo, perguntou a um deles:
- Por quê vocês estão comendo grama...?
- Não temos dinheiro para comida.. - disse o pobre homem - . Por isso temos que comer grama.
- Bem, então venham à minha casa e eu lhes darei de comer - disse o banqueiro.

- Obrigado, mas tenho mulher e dois filhos comigo. Estão ali, debaixo daquela árvore.

- Que venham também - disse novamente o banqueiro. E, voltando- se para o outro homem, disse-lhe:
- Você também pode vir.
O homem, com uma voz muito sumida disse:
- Mas, senhor, eu também tenho esposa e seis filhos comigo!

- Pois que venham também - respondeu o banqueiro.

E entraram todos no enorme e luxuoso carro.
Uma vez a caminho, um dos homens olhou timidamente o banqueiro e disse:
- O senhor é muito bom... Obrigado por nos levar a todos!

O banqueiro respondeu:
- Meu caro, não tenha vergonha, fico muito feliz por fazê-lo! Vocês vão ficar encantados com a minha casa... A grama está com mais de 20 centímetros de altura!

"Quando você achar que um banqueiro (ou banco) está lhe ajudando, não se iluda, pense mais um pouco antes de aceitar qualquer acordo..."


Imagem removida pelo remetente.
ASS. EX GERENTE DO BRADESCO

Homem & Mulher

A amizade entre um homem e uma mulher pode até existir, mas na maioria dos casos, um deles já foi estuprado mentalmente várias vezes, e em diversas posições.

Lá no Brasil é assim !

Em alguns países da Europa, existem algumas estradas que esqueram de colocar nos mapas. Já aqui no Brasil existem algumas estradas no mapa que esqueram de construir.

RESPONDA À PERGUNTA DO PASTOR...E PARE DE RIR!!!

sexta-feira, 25 de maio de 2012

O cavalo e o porco



Um fazendeiro colecionava cavalos e só faltava uma determinada raça. Um dia ele descobriu que seu vizinho tinha este determinado cavalo. Assim, ele atazanou seu vizinho até conseguir comprá-lo. Um mês depois o cavalo adoeceu, e ele chamou o veterinário que disse:
- Bem, seu cavalo está com uma virose, é preciso tomar este medicamento durante três dias.
No 3º dia eu retornarei e caso ele não esteja melhor será necessáriosacrificá-lo.
Neste momento, o porco escutava a conversa.No dia seguinte, deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou do cavalo e disse:
-Força amigo, levanta daí senão será sacrificado!!!.
No segundo dia, deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou novamente e disse:
- Upa! Um, dois, três... Vamos lá amigão, levanta senão você vai morrer! Vamos lá, eu te ajudo a levantar. 
No terceiro dia, deram o medicamento e o veterinário disse:
- Infelizmente vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a virose pode contaminar os outros cavalos.
Quando foram embora, o porco se aproximou do cavalo e disse:
- Cara, é agora ou nunca! Levanta logo, upa! Coragem! Vamos, vamos! Upa! Upa! Isso, devagar! Ótimo, vamos, um, dois, três, legal, legal, agora mais depressa, vai....fantástico! Corre, corre mais! Upa! Upa! Upa! Você venceu campeão!!!. Então, de repente o dono chegou, viu o cavalo correndo no campo e gritou:
- Milagre!!! O cavalo melhorou, isso merece uma festa!Vamos matar o porco!.

Antigamente

Na época da ‘chamada’ ditadura…

Podíamos acelerar nossos Mavericks pelas auto-estradas acima dos 120km/h
 sem nenhum risco e não éramos multados por radares maliciosamente escondidos.
 Mas, não podíamos falar mal do Presidente.

Podíamos comprar armas e munições à vontade, pois o governo sabia quem era cidadão de bem, quem era bandido e quem era terrorista,
 Mas, não podíamos falar mal do Presidente.

Podíamos paquerar a funcionária, a menina das contas a pagar ou a recepcionista sem correr o risco de sermos processados por “assédio sexual”,
 Mas, não podíamos falar mal do Presidente.

Não usávamos eufemismos hipócritas para fazer referências a raças (ei! negão!), credos (esse crente aí!) ou preferências sexuais (fala! sua bicha!) e não éramos processados por “discriminação” por isso,
 Mas, não podíamos falar mal do Presidente.

Podíamos tomar nossa redentora cerveja no fim do expediente do trabalho
 para relaxar e dirigir o carro para casa, sem o risco de sermos jogados à vala da delinqüência, sendo preso por estar “alcoolizado”,
 Mas, não podíamos falar mal do Presidente.

Podíamos cortar a goiabeira do quintal, empesteada de taturanas, sem que isso constituísse crime ambiental,
 Mas, não podíamos falar mal do Presidente.

Podíamos ir a qualquer bar ou boite, em qualquer bairro da cidade,
 de carro, de ônibus, de bicicleta ou a pé, sem nenhum medo de sermos assaltados, sequestrados ou assassinados,
 Mas, não podíamos falar mal do Presidente.

Hoje a única coisa que podemos fazer, é falar mal da Presidente!

Que merda!

Fim de semana...

Todos os finais de semana, um casal que adorava o oceano, iam para a praia, alugavam um barco e passavam o dia todo em alto mar. Certo dia, o cara começa a pensar na possibilidade de acontecer algum acidente e resolve treinar a mulher para uma situação de emergência e diz:

- Querida, vamos fingir que estou tendo um infarto. Você pega o controle do barco e vê se consegue levá-lo de volta.

O sujeito deita-se no convés e, para sua surpresa, a mulher consegue manobrar o barco e pilotá-lo direitinho até chegarem em terra firme.

Naquela mesma noite, chegam em casa, o marido liga a TV e se esparrama no sofá. A mulher então diz:

- Querido. Vamos fingir que estou tendo um infarto. Vá até a cozinha e veja se você consegue preparar o jantar!

Nú Artístico

Um pintor especializado em nú artístico estava trabalhando com uma modelo há meses para fazer a sua maior obra-prima. Certo dia a modelo chega no estúdio, cumprimenta o pintor e começa a tirar a roupa. Mas logo ele diz:

- Olha, não me leve a mal… Mas hoje estou com uma dor de cabeça terrível. Não posso pintar… Só quero tomar um chá bem quente e ficar deitado o dia todo.

A modelo, toda solícita, se veste novamente e diz:

- Tá certo, pode deixar que eu preparo o chá pra você…

Ela está preparando o chá, enquanto o artista continua deitadão no sofá do estúdio. De repente ele ouve o portão se abrir e um barulho de passos bem conhecidos. Apavorado, o pintor sussurra:

- É a minha mulher! Rápido, rápido! Tire a roupa senão ela vai desconfiar!

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Sacanagem

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TÔ MANDANDO UM CHOPPINHO PRA VOCÊ....

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O Barbeiro



O florista foi ao barbeiro para cortar o cabelo.
Após o corte perguntou ao barbeiro o valor do serviço e o barbeiro respondeu:
- Não posso aceitar o seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário esta semana.
O florista ficou feliz e foi embora.
No dia seguinte, ao abrir a barbearia,
havia um buquê com uma dúzia de rosas na porta e uma nota de agradecimento do florista.
Mais tarde no mesmo dia veio um padeiro para cortar o cabelo. Após o corte, ao pagar, o barbeiro disse:
- Não posso aceitar o seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.
O padeiro ficou feliz e foi embora.
No dia seguinte, ao abrir a barbearia, havia um cesto com pães e doces na porta e uma nota de agradecimento do padeiro..

Naquele terceiro dia veio um deputado
para um corte de cabelo.
Novamente, ao pedir para pagar, o barbeiro disse:
- Não posso aceitar o seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.
O deputado ficou feliz e foi embora. No dia seguinte, quando o barbeiro veio abrir a barbearia, havia uma dúzia dedeputados fazendo fila para cortar cabelo.
Essa é a diferença entre cidadãos e políticos.


"Os políticos e as fraldas devem ser trocados frequentemente e pela mesma razão."
(Eça de Queiróz)

NA PRÓXIMA ELEIÇÃO TROQUE UM LADRÃO POR UM CIDADÃO.

CAMPANHA PRÓ-LIMPEZA DOS PARLAMENTOS.

Sobre meninos e guerras....


terça-feira, 22 de maio de 2012

Boys Will Be Boys

WHEN THE SEAT IS A BIT TOO HIGH

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Drunken Gummy Bears *-*


Drunken Gummy Bears - photo 1
O que você precisa para torná-los:

Álcool de sua escolha
tijela (com uma tampa é opcional)
frigorífico
Gummy Bears
Como fazê-los:

Ponha seu ursinhos de goma (ou doce de goma outros) numa tigela.Despeje um licor na tigela cobrindo os ursinhos cerca de 3 ou 4 cm. Você pode colocar uma tampa sobre eles ou deixá-los descobertos( melhor com tampa, para evaporar menos).. Estes devem ser deixados na geladeira, se não eles vão desmoronar e se transformar em uma bola enorme. O mínimo para absorver é cerca de 5 dias,  quanto mais tempo, melhor para eles! Certifique-se de mover-los 1-2 vezes ao dia para obtê-los equilibrados.

Curiosidades:

Você pode usar qualquer tipo de álcool
Uso de álcool com sabor pode torná-los ainda melhor!
Eles vão ficar bem na geladeira por muito tempo!
Sirva-os com um palito para comer .

Devem ficar parecidos  ao da foto:





O Grito de Tarzan


segunda-feira, 21 de maio de 2012

Depilando a Virilla

Tenta sim. Vai ficar lindo.
 Foi assim que decidi, por livre e espontânea pressão de amigas, me
 render à depilação na virilha. Falaram que eu ia me sentir dez quilos mais leve.
 Mas acho que pentelho não pesa tanto assim. Disseram que meu namorado ia amar, que eu nunca mais ia querer outra coisa. Eu imaginava que ia doer, porque elas ao menos me avisaram que isso aconteceria. Mas não esperava que por trás disso, e bota por trás nisso, havia toda uma indústria pornô-ginecológica-estética.
 - Oi, queria marcar depilação com a Penélope.
 - Vai depilar o quê?
 - Virilha.
 - Normal ou cavada?
 Parei aí. Eu lá sabia o que seria uma virilha cavada. Mas já que era pra fazer, quis fazer direito.
 - Cavada mesmo.
 - Amanhã, às… Deixa eu ver… 13h?
 - Ok. Marcado.
 Chegou o dia em que perderia dez quilos. Almocei coisas leves, porque
 sabia lá o que me esperava, coloquei roupas bonitas, assim, pra ficar
 chique. Escolhi uma calcinha apresentável. E lá fui. Assim que cheguei,
 Penélope estava esperando. Moça alta, mulata, bonitona. Oba, vou ficar que nem ela, legal. Pediu que eu a seguisse até o local onde o ritual seria realizado. Saímos da sala de espera e logo entrei num longo corredor. De um lado a parede e do outro, várias cortinas brancas. Por trás delas ouvia gemidos, gritos, conversas. Uma mistura de Calígula com O Albergue. Já senti um frio na barriga ali mesmo, sem desabotoar nem um botão. Eis que chegamos ao nosso cantinho: uma maca, cercada de cortinas.
 - Querida, pode deitar.
 Tirei a calça e, timidamente, fiquei lá estirada de calcinha na maca.
 Mas a Penélope mal olhou pra mim. Virou de costas e ficou de frente pra uma mesinha. Ali estavam os aparelhos de tortura. Vi coisas estranhas. Uma panela, uma máquina de cortar cabelo, uma pinça. Meu Deus, era O Albergue mesmo. De repente ela vem com um barbante na mão. Fingi que era natural e sabia o que ela faria com aquilo, mas fiquei surpresa quando ela passou a cordinha pelas laterais da calcinha e a amarrou bem forte.
 - Quer bem cavada?
 - É… é, isso.
 Penélope então deixou a calcinha tampando apenas uma fina faixa da Abigail, nome carinhoso de meu órgão, esqueci de apresentar antes.
 - Os pêlos estão altos demais. Vou cortar um pouco senão vai doer mai
 s ainda.
 - Ah, sim, claro.
 Claro nada, não entendia porra nenhuma do que ela fazia. Mas confiei.
 De repente, ela volta da mesinha de tortura com uma espátula melada de um líquido viscoso e quente (via pela fumaça).
 - Pode abrir as pernas.
 - Assim?
 - Não, querida. Que nem borboleta sabe? Dobra os joelhos e depois joga
 cada perna pra um lado.
 - Arreganhada, né?
 Ela riu. Que situação. E então, Pê passou a primeira camada de cera quente em minha virilha Virgem. Gostoso, quentinho, agradável. Até a hora de puxar.
 Foi rápido e fatal. Achei que toda a pele de meu corpo tivesse saído que apenas minha ossada havia sobrado na maca. Não tive coragem de olhar. Achei que havia sangue jorrando até o teto. Até procurei minha bolsa com os olhos, já cogitando a possibilidade de ligar para o S.A.M.U tudo isso buscando me concentrar em minha expressão, para fingir que era tudo super natural.
 Penélope perguntou se estava tudo bem quando me notou roxa. Eu havia
 esquecido de respirar. Tinha medo de que doesse mais.
 - Tudo ótimo. E você?
 Ela riu de novo como quem pensa “que garota estranha”. Mas deve ter
 aprendido a ser simpática para manter clientes.
 O processo medieval continuou. A cada puxada eu tinha vontade de espancar Penélope. Lembrava de minhas amigas recomendando a depilação e imaginava que era tudo uma grande sacanagem, só pra me fazer sofrer. Todas recomendam a todos porque se cansam de sofrerem sozinhas.
 - Quer que tire dos lábios?
 - Não, eu quero só virilha, bigode não.
 - Não, querida, os lábios dela aqui ó.
 Não, não, pára tudo. Depilar os tais grandes lábios? Putz, que idéia.
 Mas topei. Quem está na maca tem que se foder mesmo.
 - Ah, arranca aí. Faz isso valer a pena, por favor.
 Não bastasse minha condição, a depiladora do lado invade o cafofinho de
 Penélope e dá uma conferida na Abigail.
 - Olha tá ficando linda essa depilação.
 - Menina, mas ta cheio de encravado aqui. Olha de perto.
 Se tivesse sobrado algum pentelhinho, ele teria balançado com a respiração das duas. Estavam bem perto dali. Cerrei os olhos e pedi que fosse um pesadelo. “Me leva daqui, Deus, me tele transporta”. Só voltei a terra quando entre uns blábláblás ouvi a palavra pinça.
 - Vou dar uma pinçada aqui porque ficaram um pelinhos, ta?
 - Pode pinçar, ta tudo dormente mesmo, to sentindo nada.
 Estava enganada. Senti cada picadinha daquela pinça filha da mãe arrancar cabelinhos resistentes da pele já dolorida. E quis matá-la. Mas mal sabia que o motivo para isso ainda estava por vir.
 - Vamos ficar de lado agora?
 - Hein?
 - Deitar de lado pra fazer a parte cavada.
 Pior não podia ficar. Obedeci à Penélope. Deitei de ladinho e fiquei
 esperando novas ordens.
 - Segura sua bunda aqui?
 - Hein?
 - Essa banda aqui de cima, puxa ela pra afastar da outra banda.
 Tive vontade de chorar. Eu não podia ver o que Pê via. Mas ela estava de cara para ele, o olho que nada vê. Quantos haviam visto, à luz do dia, aquela cena? Nem minha ginecologista. Quis chorar gritar, peidar na cara dela, como se pudesse envenená-la. Fiquei pensando nela acordando à noite com um pesadelo. O marido perguntaria:
 -Tudo bem, Pê?
 -Sim… Sonhei de novo com o cu de uma cliente.
 Mas de repente fui novamente trazida para a realidade. Senti o aconchego falso da cera quente besuntando meu Twin Peaks. Não sabia se ficava com mais medo da puxada ou com vergonha da situação. Sei que ela deve ver mil cus por dia. Aliás, isso até alivia minha situação. Por que ela lembraria justamente do meu entre tantos? E aí me veio o pensamento: peraí, mas tem cabelo lá?
 Fui impedida de desfiar o questionamento. Pê puxou a cera. Achei que a
 bunda tivesse ido toda embora. Num puxão só, Pê arrancou qualquer coisa que tivesse ali. Com certeza não havia nem uma preguinha pra contar a história
 mais. Mordia o travesseiro e grunhia ao mesmo tempo. Sons guturais,
 xingamentos, preces, tudo junto.
 - Vira agora do outro lado.
 Porra.. Por que não arrancou tudo de uma vez? Virei e segurei novamente a bandinha. E então, piora. A bruaca da salinha do lado novamente abre a cortina.
 - Penélope, empresta um chumaço de algodão?
 Apenas uma lágrima solitária escorreu de meus olhos. Era dor demais,
 vergonha demais. Aquilo não fazia sentido. Estava me depilando pra quem? Ninguém ia ver o tobinha tão de perto daquele jeito. Só mesmo Penélope. E agora a vizinha inconveniente.
 - Terminamos. Pode virar que vou passar maquininha.
 - Máquina de quê?!
 - Pra deixar ela com o pêlo baixinho, que nem campo de futebol.
 - Dói?
 - Dói nada.
 - Ta, passa essa merda…
 - Baixa a calcinha, por favor.
 Foram dois segundos de choque extremo. Baixe a calcinha, como alguém fala isso sem antes pegar no peitinho? Mas o choque foi substituído por uma total redenção. Ela viu tudo, da perereca ao Boga. O que seria baixar a calcinha? E essa parte não doeu mesmo, foi até bem agradável.
 - Prontinha. Posso passar um talco?
 - Pode, vai lá, deixa a bicha grisalha.
 - Ta linda! Pode namorar muito agora.
 Namorar… Namorar… Eu estava com sede de vingança. Admito que o resultado é bonito, lisinho, sedoso. Mas doía e incomodava demais. Queria matar minhas amigas. Queria virar feminista, morrer peluda, protestar contra isso. Queria fazer passeatas, criar uma lei antidepilação cavada.
 Queria comprar o domínio www.preserveasvaginaspeludas.com.br.
 E Filha da Puta, foi a mulher que inventou a “cavadinha” .

Os 3 Papagaios


 O cara entra numa loja de animais, querendo comprar um papagaio.
 Vê três louros idênticos, numa gaiola, e pergunta o preço.
 O dono da loja explica:
 - O da esquerda custa quinhentos reais. É que esse é um papagaio especial. Sabe operar computador.
 - Ah… E o da direita quanto vale?
 - Esse custa mil reais. Porque, além de operar computador, ele domina Windows 7 e Macintosh.
 - E o papagaio do meio?
 - Esse custa cinco mil reais.
 - E o que ele sabe fazer de especial?
 - Nunca vi ele fazer coisa nenhuma, mas os outros dois só chamam ele de CHEFE.

Os 2 Baianos

Dois baianos que eram primos vão servir o Exército. Chegando lá, são entrevistados pelo sargento:

- Qual o seu nome? – pergunta ao primeiro.

- É Tonho, meu rei.

- Negativo. De agora em diante, você será Antônio. E o que você está fazendo aqui?

- Tô dando um tempo.

- Negativo. Você está servindo à Pátria. E o que é aquilo? – pergunta, apontando para a Bandeira do Brasil.

- É a bandeira.

- Negativo. De agora em diante, ela é a sua Mãe. Vira-se para o segundo e pergunta:

- Qual o seu nome?

- É Pedro.

- E o que você está fazendo aqui?

- Servindo à Pátria.

- E o que é aquilo (apontando para a bandeira)?

- É minha tia, mãe de Tonho…

Praca


Evolução das Relações

Uma análise da evolução da relação de conquista e do amor do homem para a mulher, através das músicas que marcaram época.
 Não é saudosismo, mas vejam como os quarentões, cinquentões tratavam seus amores.
 É por isso que de vez em quando vemos uma mulher nova enroscada no pescoço de um quarentão.
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 Década de 30:
 Ele, de terno cinza e chapéu panamá, em frente à vila onde ela mora, canta: “Tu és, divina e graciosa, estátua majestosa! Do amor por Deus esculturada. És formada com o ardor da alma da mais linda flor,
 de mais ativo olor, na vida é a preferida pelo beija-flor….”
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 Década de 40:
 Ele ajeita seu relógio Pateck Philip na algibeira,escreve para Rádio Nacional e, manda oferecer a ela uma linda música: “A deusa da minha rua, tem os olhos onde a lua,costuma se embriagar. Nos seus olhos eu suponho, que o sol num dourado sonho, vai claridade buscar”
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 Década de 50:
 Ele pede ao cantor da boate que ofereça a ela a interpretação de uma bela bossa:
 “Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça. É ela a menina que vem e que passa, no doce balanço a caminho do mar. Moça do corpo dourado, do sol de Ipanema. O teu balançado é mais que um poema.
 É a coisa mais linda que eu já vi passar.”
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 Década de 60:
 Ele aparece na casa dela com um compacto simples embaixo do braço,
 ajeita a calça Lee e coloca na vitrola uma música papo firme:
 “Nem mesmo o céu, nem as estrelas, nem mesmo o mar e o infinito não é maior que o meu amor, nem mais bonito. Me desespero a procurar alguma forma de lhe falar, como é grande o meu amor por você….”
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 Década de 70:
 Ele chega em seu fusca, com roda tala larga, sacode o cabelão,
 abre porta pra mina entrar e bota uma melô jóia no toca-fitas:
 “Foi assim, como ver o mar, a primeira vez que os meus olhos se viram no teu olhar….
 Quando eu mergulhei no azul do mar, sabia que era amor e vinha pra ficar….”
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 Década de 80:
 Ele telefona pra ela e deixa rolar um:
 “Fonte de mel, nos olhos de gueixa, Kabuki, máscara. Choque entre o azul e o cacho de acácias, luz das acácias, você é mãe do sol. Linda…”
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 Década de 90:
 Ele liga pra ela e deixa gravada uma música na secretária eletrônica:
 “Bem que se quis, depois de tudo ainda ser feliz. Mas já não há caminhos pra voltar.
 E o que é que a vida fez da nossa vida? O que é que a gente não faz por amor?”
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 Em 2001:
 Ele captura na internet um batidão legal e manda pra ela, por e-mail:
 “Tchutchuca! Vem aqui com o teu Tigrão. Vou te jogar na cama e te dar muita pressão!
 Eu vou passar cerol na mão, vou sim, vou sim! Eu vou te cortar na mão!
 Vou sim, vou sim! Vou aparar pela rabiola! Vou sim, vou sim”!
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 Em 2002:
 Ele manda um e-mail oferecendo uma música:

“Só as cachorras! Hu Hu Hu Hu Hu!
 As preparadas! Hu Hu Hu Hu!
 As poposudas! Hu Hu Hu Hu Hu!”
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 Em 2003:
 Ele oferece uma música no baile:
 “Pocotó pocotó pocotó…minha éguinha pocotó!
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 Em 2004:
 Ele a chama p/ dançar no meio da pista:
 “Ah! Que isso? Elas estão descontroladas! Ah! Que isso? Elas Estão descontroladas!

Ela sobe, ela desce, ela da uma rodada, elas estão descontroladas!”
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 Em 2005:
 Ele resolve mandar um convite para ela, através da rádio:
 “Hoje é festa lá no meu apê, pode aparecer, vai rolar bunda lele!”
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 Em 2006:
 Ele a convida para curtir um baile ao som da música mais pedida e tocada no país:
 “Tô ficando atoladinha, tô ficando atoladinha, tô ficando atoladinha!!!

Calma, calma foguetinha!!! Piriri Piriri Piriri, alguém ligou p/ mim!”
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 Em 2010:
 Ele encosta com seu carro com o porta-malas cheio de som e no máximo volume:
 ” Chapeuzinho pra onde você vai, diz aí menina que eu vou atrás.
 Pra que você quer saber?
 Eu sou o lobo mau, au, au
 Eu sou o lobo mau, au, au
 E o que você vai fazer?
 Vou te comer, vou te comer, vou te comer,
 Vou te comer, vou te comer, vou te comer,
 Vou te comer, vou te comer, vou te comer”
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 Em 2011:

O jeito é dar uma fugidinha com você,
 O jeito é dar uma fugida com você,
 Se você quer saber o que vai acontecer
 Primeiro a gente foge, depois a gente vê.
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 Em 2012

Nossa, nossa
 Assim você me mata
 Ai se eu te pego, ai ai se eu te pego

Delícia, delícia
 Assim você me mata
 Ai se eu te pego, ai ai se eu te pego

ONDE FOI QUE NÓS ERRAMOS?

SERÁ QUE AINDA É POSSÍVEL PIORAR?

***

domingo, 20 de maio de 2012

O Photoshop é espetacular...

O Photoshop é espetacular, uso diariamente e não troco por qualquer outro programa de edição de imagens. Além de simples e profissional, faz sim milagres com qualquer imagem, só quem não tem o mínimo de conhecimento desta ferramenta é que acha complicado. Por isso, apartir de hoje vou dar algumas dicas deste fantástico programa. Começando pelo básico, como remover imperfeições, pintas, verrugas e manchas? Simples, basta usar esta ferramenta:



sexta-feira, 18 de maio de 2012

e no Ku Klux Klan...

Chega um branquelo na sede da Ku Klux Klan:
 - Diga-me, como faço para participar de sua organização?
 - É fácil. Você só precisa matar afogado naquela piscina, dois negros e aquele gatinho que está dormindo ali naquele sofá.
 - Mas por quê o gatinho?
 - Parabéns, você entrou.

A Diferença entre: Casado e Soltero


No dia da visita íntima...

... a esposa vai visitar o seu marido na prisão. Conversam um pouquinho, e menos de dez minutos depois, ela diz:

- Querido, me desculpe mas tenho que ir embora. Deixei o Rex trancado dentro de casa, e tadinho, ele deve estar louco uma hora dessa já,  sem sair para o quintal fazer suas necessidades…

sábado, 12 de maio de 2012

Banana...



Pares

O professor começa a sua aula.
- Hoje vamos falar de órgãos do corpo! humano que são números pares. Por exemplo, nós temos dois olhos, dois é par. Mariazinha, dê outro exemplo de órgãos pares.
- As orelhas - responde Mariazinha.
- Muito bem! Outro exemplo, Joãozinho.
- Os ovos.
O professor fica meio acabrunhado, mas aceita a resposta.
- Tudo bem, Juquinha. Joãozinho, outro exemplo.
- O pinto, professor.
- Peraí, Joãozinho, nós só temos um pinto!
- O meu pai tem dois: um pequenininho que ele usa pra fazer xixi e um grandão que mamãe usa pra escovar os dentes!

sexta-feira, 11 de maio de 2012

VALE DO PARAÍBA


 
Questão na prova final do Colégio Objetivo-SP, terceiro ano:   Questão :
Faça uma análise sobre a importância do Vale do Paraíba :   Resposta de um aluno:   "O Vale do Paraíba é de suma importância, pois, não podemos discriminar esses importantes cidadãos.
Já que existem o Vale-Transporte e o Vale do Idoso, por que não existir também o Vale do Paraíba?
Além disso, sabemos que os Paraíba, de um modo geral, trabalham em obras ou portarias de edifícios e ganham pouco.
Então, é um dinheiro a mais que entra.

Mineiros ao celular na multidão....

Um bom teste de tradução do mineirês para o português!




   -Neksetá?
   -Tokicocê
   -Nôndikikocê?
   -Trazdocêssô
   -Faverdadsô. Oncocetá?
   -Eu toonkocetá
   -Maonkotô?
   -Onkocetássô ???
   -Cetáonkotô!
   -Numtotivenusô!
   -Toinaí!
   -Yondékinoisvai?
   -Cevaoncovô!
   -Issossêisso. Maoncocevai?
   -Vococê!
   -Covocoêissossei! Maoncovocossê?
   -Seindanumsá? Ticontásso!
   -Xotifalá. Socevaionconumgodií-cevaissó,sô! (essa é ótima!!!)
   -Nenchusákussô! Sototifalano-ototifalanu!
   -Vemkikocêvaivêkekébompatóss!
   -Tobrincânussô.
   -Godissunão!
   -Tocheganaí
   -Tsper!

MAPA (ATUALIZADO) DO BRASIL

Temos que admitir que a turma é, realmente, espirituosa. Somos um povo tão legal! Porque não aprendemos a votar???????