sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Umas Rapidinhas

A Mulher Chata

Aquela mulher tremendamente chata leva o marido ao médico:
— O que o senhor está sentindo? — pergunta o médico, dirigindo-se ao marido.
— Eu...
— Doutor — interrompe a mulher. — O meu marido não come direito, sente vertigens, dores de cabeça...
- Há quanto tempo, o senhor sente-se assim?
— Bem, deve...
— Já faz quase dois meses — torna a mulher. — É que ele não é de ficar reclamando muito e...
— Quantos anos o senhor tem?
- Cin...
— Vai fazer cinqüenta e cinco mês que vem — completa a mulher.
Terminada a consulta, o médico escreve a receita, vira-se
para a mulher e diz:
— O seu marido precisa de sossego absoluto. Estou lhe receitando uma caixa de soníferos!
— E ele tem que tomar quando, doutor?
- Não é para ele... É para a senhora!


Sempre com a Mesma

O velhinho vai à zona.
— A Marisa está?
— A Marisa está com um cliente no quarto!
— Tudo bem, eu espero!
— Por que o senhor não vai com outra? Tem a Zoraide, a Janaína, a...
— Não... Não... Eu só gosto da Marisa!
— Ué, o que é que a Marisa tem de tão especial?
— Paciência, minha filha! Muita paciência!


Camisinha no Convento

Depois de encontrar um preservativo no Conservatório Musical do convento, a Madre Superiora reúne todas as freiras para tentar desvendar o caso.
— Quem foi a pecadora que deixou isso aqui em cima do piano?
As freiras ficaram escandalizadas e, lá no fundo, uma delas levantou a mão.
— Fui eu, Madre...
— Não acredito! — gritou a Madre — Logo você, irmã Clarice? Tão correta, tão conservadora... Como isso pôde acontecer?
— Eu posso explicar, Madre... Ontem eu encontrei uma pequena embalagem na rua, trouxe pra cá e abri...
— Como não sabia pra que serve este negócio borrachudo, eu li as seguintes instruções: "Abra, desenrole e coloque sobre o seu órgão". Como não temos órgão, coloquei em cima do piano mesmo!


Chifrado Mesmo

Seu psicólogo! Eu fui chifrado pela minha mulher!
— Calma, relaxe... primeiro vamos preencher a sua ficha. Qual é o seu nome?
— Galhardo.
— Nascido onde?
— Em Cornélio Procópio.
— Data de nascimento?
— Dez de janeiro de 1969!
— Hum! Capricórnio... E qual é sua profissão?
— Eu toco corneta.
Aí, o delegado não aguentou, largou a caneta e falou:
— Olha, meu senhor, não dá para a gente fazer nada! O senhor é um predestinado!

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